Como uma boa menina, dei meu cú pro meu professor

  • Publicado em September 7, 2011 em 4:51 pm

Meu nome é suzana, casada, engenheira civil. Estudei sempre em ótimas escolas e meus pais sempre fizeram questão de que eu tirasse as melhores notas da escola. Não era fácil, pois a escola era muito forte e os alunos muito bons, sem falar nos professores que eram super exigentes, principalmente o professor de biologia.

Sempre me esforcei e conseguia tirar notas ótimas, até que um dia, minha amiga e eu resolvemos bolar aula pra ir à praia. Foi muito divertido, valeu a pena, pegamos uma corzinha ótima! Ficamos com a pele douradinha, com uma marquinha de biquini bem branquinha. Meu binquini era fio dental então a marquinha ficou bem sensual.

Para nossa surpresa, no dia seguinte, na escola, ficamos sabendo que o professor de biologia tinha passado um trabalho pra nota. Puxa, eu já estava com a nota da prova não muito boa, sem fazer o trabalho, minha média iria baixar, meus pais iriam me matar!

Resolvi, então falar com o professor. No final da aula, depois que todos sairam da sala, fui falar com ele. Era um homem de uns 38 anos, alto, moreno, lindo, mas sua postura exigente e distante desfarçava toda sua beleza.

- Sr. Paulino, posso falar com o senhor?

- Claro, diga!

- Não pude vir ontem, tive febre…

- É mesmo? – Me encarou com reprovação no olhar. – Não foi o que sua amiga disse ontem no intervalo para as outras meninas.

Ele tinha ouvido a conversa de Mariana. Fiquei sem saber o que falar, travei, não sabia o que dizer. Meu discurso, que já estava pronto, foi todo por agua abaixo.

- Senhor, não posso tirar nota baixa, meus pais vão me matar!

- Deveria ter pensado nisso antes de bolar aula!

Fiquei super sem graça e fui embora, com a cabeça a mil! Não podia tirar 9, tinha que ser 10!

No dia seguinte, fui à escola decidida a implorar para que ele aplicasse o trabalho em outro dia para mim. No final da aula, voltei a falar com ele.

- Você acha que merece? O que você fez foi muito feio, sabe disso? – perguntava ainda sentado a sua mesa, sem se quer fazer menção de se levantar.

- Tenho, professor! Nunca mais farei novamente! Por favor! Preciso que o senho me ajude! – Implorava, apoiando as mãos sobre sua mesa.

Os olhos dele, que me encaravam, desviaram para meu decote, pararam por um instante e voltaram para meus olhos, como que fugindo de uma tentação. Quando percebi, os dois primeiros botões tinham se aberto, sem que eu notasse, deixando a mostra a junção dos meus seios fartos. Rapidamente levantei-me. Não quis fechar minha camisa para não dar na cara que eu tinha notado sua indiscrição, tentando não demonstrar que percebia que meu sutiã estava aparecendo quase que pela metade, já. Mesmo assim ele ficou perturbado. Continuei meu discurso.

- Por favor, professor. Não custa nada!

Como ele estava perturbado e um pouco envergonhado, me pediu uns minutos para pensar. Respeitando sua vontade voltei a minha carteira e esperei. Sentada ao fundo da sala, notei que ele me observava as pernas por baixa da carteira. Enrubreci. No entanto, não sei quem ficou com mais vergonha, eu ou ele…

Foi então que percebi que aquilo podia se voltar a meu favor, então decidi tentar dar uma ajudinha para que ele resolvesse me ajudar. Olhei para ele fixamente, até que ele novamente olhou para minhas pernas. Foi quando comecei a abri-las lentamente, puxei a saia pra cima, mostrando minhas coxas e minha calcinha. Afastei minha camisa do uniforme, de forma que meus seios ficaram cobertos apenas pelo sutiã de renda vermelha. Ele virou-se imediatamente. Me aproximei novamente da mesa dele, perguntando:

- E então, Sr. Paulino? Já decidiu?

- Deixe-me sozinho, por favor.

- Professor, posso ajudá-lo a decidir? – perguntei, enquanto sentava-me sobre sua mesa, com as pernas viradas pra sua direção.

Me posicionei de um jeito que ficasse com as pernas abertas bem na sua frente. Ele olhou para o meio das minhas pernas, levantou o olhar, desconcertado, mas notei que seu pau endurecia sob sua calça social. Levantei minha saia até que minha calcinha ficasse toda a mostra. Afastei-a para o lado e comecei a mexer no meu grelinho. Sr Paulino esqueceu toda sua vergonha e se levantou, colocando o pau pra fora. Puxa, era enorme e grosso. Fiquei com medo de tudo aquilo, mas eu precisava de uma nota 10. O Sr. Paulino, safadinho, começou a esfregar a cabeça do seu pau no meu grelinho, me deixando com um tesão enorme.

Pensava, só na minha nota, precisava convencê-lo a me dar um 10. Desci da mesa, agaixei e segurei seu pau. Segurei bem na raiz, pegando com a outra mão em suas bolas. Comecei com uma lambida no comecinho da rola, subindo lentamente até a cabeça. Passava a língua em toda volta da cabecinha, dava uma mordiscadinha e passava a língua novamente para sarar. Depois de muito babar, abocanhei a cabecinha, chupando-a bem gostoso, enquanto as mãos faziam um movimento de sobe e desce, como uma punheta. Ele gemia e dizia que minha chupeta era muito boa e que se eu fosse uma boa puta, eu receberia o 10 que eu queria- Vai, sua puta! Chupa ele todo, vai!!!

Segurei bem forte no comecinho do pau e fui descendo a boca, engolindo cada vez mais sua rola até chegar a cabeça na minha garganta, enquanto ouvia seus gemidos, me chamando de puta. Excitada por aquela chupeta deliciosa, ainda consegui dar uma empurradinha a mais, até me engasgar. Senhor Paulino, excitadíssimo, me segurava na minha cabeça, empurrando sua vara pra dentro da minha garganta. Me tirava até o fôlego, era excitante demais! Minha bocetinha já estava enxarcada de tanto tesão. Me chamando de vagabunda, me puxou para cima e me virou de costas. Me apoiei imediatamente na mesa. Senti um medo misturado ao tesão e à vontade que me dava de dar minha xota pra o Sr Paulino.

Apontou sua rola poderosa pra minha buceta, fazendo uma pressão contra minha xoxota, tentando, com muito cuidado enfiar sua pica. Com minha bucetinha apertadinha de 16 aninhos, ele me perguntou: – Sua putinha, deliciosa! Você é virgem?

Não podia contar que era virgem, ele não iria me comer e eu não receberia meu 10. Eu já tinha brincado com uns coleguinhas, já tinha feito algumas chupetinhas, já tinha sido chupada também, mas nunca dei de verdade.

- Claro que não, professor! Já tenho 16, esqueceu? – respondi, me achando muito adulta. Senti, então sua pica pressionar mais forte contra minha xotinha apertadinha. Fui sentindo seu pau entrar dentro de mim, bem grosso, alargando e rasgando minha buceta, fazendo miséria pra poder entrar.

- Sua vagabunda apertadinha! Quer um 10? Então aguenta minha pica! Aguenta minha rola! – parou um pouco, ainda com a cabeça por entrar e deu um belo tapa na minha bunda. – Aluna indisciplinada! Bolou aula, agora vai tomar uma rola bem grossa na buceta!

Voltei a sentir a cabeça de seu pau tentando invadir minha buceta. Essa bronquinha que o professor meu meu, me excitou – aaaAAAAiiiiii – a cabeça passou! Ele, como se soubesse que minha bucetinha acabava de receber seu primeiro pau, parou um pouco para que eu descansasse. Com as duas mãos nos meus seios – Puta que pariu! Que buceta gostosa! – me puxava e enfiava sua pica, bem devagar. Pude comprovar o que sempre diziam, que depois que entra a cabeça, o resto vai. Pois é, foi! Foi tudo! Lentamente… chegou ao fundo da minha xoxota, que acabava de perder a virgindade. Senti, então, que seus movimentos começavam a se tornar mais acelerados. Senti um fogo na buceta com aquelas estocadas, junto com um ardor de ter perdido meu himem. Meu tesão aumentava cada vez mais.

- Sua puta, safada! Promete que nunca mais vai ser indisciplinada? – falava ao meu ouvido.

- Prometo! Prometo, Sr Paulino, respondia com a submissão que uma aluna desobediente deveria.

Ele metia e falava: – Toma! Toma um 10! Uma vagabunda, safada como você tem que tomar muitos 10! Puxava meus cabelos e estocava cada vez mais forte e batia na minha bunda.

- Não, por favor, não bata em mim, nunca mais bolo aula, Sr Paulino!

- Bato sim! Toma! Toma, sua puta!

Que maravilha! Estava com um tesão incontrolável que foi tomando conta de mim! Caí no gozo! Gritei muito! Berrava como uma puta! Gozava como uma bela vagabunda que eu era. Senti que meus gritos fizeram-no gozar também. Senti sua porra escorrendo da minha buceta, pelas minhas coxas.

Sr Paulino, sem se vestir, sentou-se a sua mesa, pegou sua pasta e me deu 10, conforme havia prometido. Fiquei tão feliz que tasquei de novo uma chupeta, caí de boca naquele pau que ainda estava duro. Pelo jeito ele gostou, me agarrou pela cintura, me virou contra a mesa, mas dessa vez, me deitou com a barriga na mesa, deixando minhas pernas abertas, com os pés apoiados no chão. Comecei a sentir suas mãos pesadas sobre minha bunda, massageando-a com força, abrindo-a expondo meu cuzinho. Senti um quentinho, molhadinho, que só podia ser sua língua, no meu cuzinho. Era tão gostoso… tão quentinho… tão molhadinho… Sua língua tentava entrar no meu cuzinho, com uma leve pressão.

- Uma aluna safada, puta como você, precisa garantir um 10 pra próxima prova. Senti que ele usaria isso contra mim o resto do ano. Mas, confesso, que estava adorando a idéia. Tomaria na bucetinha bem gostoso e nem precisaria estudar tanto.

- Mas o que eu preciso fazer pra ganhar outro 10?

- Deixar eu comer esse rabo.

- Não pode ser a bucetinha, professor? Meu cuzinho é apertadinho e sua rola é grossa demais pra ela, imagina pro meu reguinho!

- Eu alargo esse rabo rapidinho, pode confiar! – falava, tentando me tranquilizar, enquanto seu dedo fazia uma leve pressão na entrada do meu rabo. Foi enfiando lentamente, sem que eu pudesse fazer nada!

Quando seu dendo estava todo dentro do meu cú, falava ao meu ouvido, com sua voz grave:

- Viu, só, sua puta? Esse cú é de vagabunda!

A sensação de ter algo dentro do rabo era tão boa, podia sentir seu dedo todinho la dentro. Estava com o cú pegando fogo! Queria que ele não tirasse aquele dedo nunca mais! Mas, infelizmente, ele foi tirando.

- Não! Coloca de novo, por favor! – implorava para o Sr Paulino.

Ele colocou, então a cabeça do pau, na porta do meu rabo. Tremi. Não sabia se sentia medo ou tesão. Queria muito que o Sr Paulino comesse meu rabo, metesse toda aquela pica no meu buraquinho. Mas tinha medo, porque eu sabia que realmente era muito grosso, que meu anelzinho não aguentaria.

Enquanto seu pau ocupava o meio da minha bunda, meu professor puxava meu rosto – Olha pra mim, sua puta!!! Vai tomar no rabo sim! E não se atreva a pedir pra não meter! Você é uma menina muito má! Merece tomar no cú!!!

Eu sabia que era para meu bem, que o Sr Paulino fazia aquilo pra que eu me tornasse uma aluna melhor, mais disciplinada. Mas mesmo assim temia sua rola.

- Por favor! Não! Essa rola no meu cú, não!

Sr Paulino, muito severo, me deu um tapa na cara. – Sua puta!!! Vai tomar no rabo sim! Já disse que você é uma menina má e precisa que eu dê a educação necessária. – Outro tapa! Sempre que sentia arder o tapa, minha buceta esquentava! Aquilo me excitava muito.

- Mas, Sr Paulino! – mais um tapa! – aaaAAAiiii… – sentia meu cuzinho se abrindo com o tesão…

O Sr Paulino percebeu a deixa, claro, e pressionou mais um pouquinho. Meu cuzinho já estava tão fácil que a cabecinha conseguiu entrar todinha no meu rabo.

- Vai sua vagabunda, toma nesse rabo! Vou rasgar esse cú, até que você entenda que deve me obedecer!

Tentei puxar meu quadril pra frente, numa reação inconsciente.

- Vem, vagabunda! – puxando meu quadril de volta para seu pau. Isso fez aquele pau ocupar mais ainda meu cuzinho. Que rola grossa, quentinha, gostosa… Que tesão! Minha buceta já não segurava mais todo aquele melado, sentia escorrendo pelas minhas coxas. Pronto! Todo seu pau, estava dentro do meu rabo. Não tinha mais porque sentir medo, já tinha tomado conta de todo meu cú. Sr Paulino deu uma paradinho para mais uma bronca, afinal eu estava sendo uma menina muito má, muito safadinha, precisava de alguém pra me educar.

- Sua Puta! Vou meter tanto, vou arregaçar todo esse anelzinho. Vai perder essas pregas! Só assim você vai entender que deve assistir a todas as aulas.

- Sim, senhor! Sei que mereço tomar no rabo! Tenho que pagar o que fiz! De hoje em diante prometo ser uma boa menina!

- Isso! É assim que se fala!

Começava a meter cada vez mais rápido, mais forte. Meu cuzinho estava sendo massacrado pela aquela rola grossa! Metia em estocadas cada vez mais fortes!

- Vai vagagunda, filha da puta! Mexe essa bunda! Mexe!!! Ou quer tomar um zero???

Obedecia, como uma boa aluna… Rebolava enquanto o Sr Paulino metia no meu rabo.

- Rebola! Sua filha da puta! Rebola! – dava tapas na minha bunda – Vai! Rebola mais!

- Sim, senhor! – rebolava, fazendo movimentos circulares com o quadril, e para frente e para trás.

- Isso mesmo! Boa menina… agora você está sendo uma boa menina! Ta vendo? Precisa tomar no rabo pra aprender a lição. Toma! – metia mais, em movimentos frenéticos, metendo toda aquela pica grossa, rasgando todo meu cuzinho inocente…

Sr Paulino me segurou pela cintura, tão miudinha que eu era, me suspendeu, sem tirar do meu cú, me colocou sentada no seu colo, enquanto voltava para sua cadeira.

- Vire-se para mim, vagabunda! Vá!!!

Obedeci, sem pestanejar.

- Vai, pula! Pula nessa pica grossa! Se quer um 10, deve ser uma menina boazinha! Obedeça!

Pulava como uma puta! Sentia meu rabo ferver, com tanta carne la dentro. Sr Paulino tentava chupar meus peitos, apesar dos meus movimentos de sobe e desce. Me segurava pela bunda, o que ma fazia sentir que pertencia a ele naquele momento.

- Sr Paulino, por favor, me dê um 10! Eu preciso muito dessa nota! – implorava…

Olhou pra mim rigoroso e meu deu mais um tapa na cara, me humilhando mais ainda.

- Sua puta! Vai ter que pular muito no meu pau, pra ganhar um 10!

Acelerei então, para que eu merecesse uma boa nota. Foi então que ele começou a gritar e me chamar de puta.

Meu cú fervia! Com a imagem do Sr Paulino adorando gozar no meu rabo, comecei a gozar também, com gritos tão fortes que não sei como não apareceu ninguém.

- Isso! Isso! – gritava Sr Paulino, jogando toda aquela porra no meu cú, quero dizer, agora cuzão!

Tirou o pau, lentamente.

- Boa menina! – me olhava com um olhar safado e superior – Boa menina vagabunda… Hoje você vai tomar um 10, mas vou continuar de olho, se sair da linha um pouco se quer, vai tomar nesse rabo de novo!!!

- Sim senhor! Pode deixar serei uma boa menina!

Assim que terminamos de nos vestir, chegou a diretora:

- Que aconteceu? Escutei uns gritos!

- Não sei, Sra. Marcelia… Não ouvi nada…

- Puxa, que alívio… que bom que não foi aqui na escola! – saiu da sala sem olhar pra trás.

Sr Paulino, aliviado também pela diretora nada perceber, suspirou. Me olhou com aquele olhar safado:

- Agora vá embora que na semana que vem tem mais prova.

Daí então, em todas as provas de biologia, não conseguir responder corretamente as questões e tinha que pedir ao Sr Paulino uma “prova de recuperação”. Quanto mais o Sr Paulino tentava me endireitar, com seus tapas na cara, tapas na bunda, estocadas no cú, mais vadia indisciplinada me tornava. Sr Paulino continuou tentando durante todo o ano, mas não adiantava. Pena que no ano seguinte não era mais meu professor.

O novo professor de biologia chegou todo certinho, mas logo percebeu que eu precisava de umas lições mais incisivas pra entrar na linha. Logo começou a me enrabar também para que eu melhorasse minhas notas.

Desde o Sr Paulino, meus pais se sentiam super felizes com minhas excelentes notas! – Essa menina vai se tornar uma bióloga! – diziam para os amigos.

 

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